Genocídio de Ruanda de 1994 a partir da Perspectiva da Teoria de Securitização da Escola de Copenhague
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Keywords

Genocide
UN
Rwanda
Theory of Securitization

How to Cite

de Carvalho, B., Rosa, C. I., & Alves, I. (2020). Genocídio de Ruanda de 1994 a partir da Perspectiva da Teoria de Securitização da Escola de Copenhague. Political Observer | Revista Portuguesa De Ciência Política, (13), 121-132. https://doi.org/10.33167/2184-2078.RPCP2020.13/pp.121-132

Abstract

From 7 April 1994 to 4 July of the same year, about 800,000 Tutsis were killed by the Hutu militia in Rwanda. Under the silence of the International Community, the ethnic minority was exterminated in a period of three months. UN peacekeepers and Belgian troops were in the country during the genocide, however, they did not have a mandate to act against the armed group. Also, there was no interest of the great powers to carry out a military intervention in the heart of the African continent, and the violent and cruel murders of the Tutsis was seen as a tribal conflict that took place in an undeveloped country.

https://doi.org/10.33167/2184-2078.RPCP2020.13/pp.121-132
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